
Durante operação conjunta realizada, no dia 24, na avenida Augusto Montenegro, 29 condutores foram autuados por irregularidades, pela ausência de lacre no taxímetro ou sem cronotacógrafo, instrumento obrigatório em vans, micro-ônibus, conduções escolares, caminhões com carga perigosa, veículos com mais de 10 lugares ou acima de 4,5 toneladas. A fiscalização contou com a presença de membros do Detran e Polícia Militar.
Segundo o presidente do Imetropará, Jorge Rezende, a ação faz parte de uma parceria entre os órgãos para alertar e conscientizar os condutores sobre as normas no trânsito. "O uso do cronotacógrafo é uma forma de proteger o próprio motorista e os usuários de vans, micro-ônibus e conduções escolares. Nele, é possível medir e registrar a velocidade e a distância percorrida no tempo de direção no veiculo. Essa ação vem surtindo efeito, os próprios condutores estão buscando se regularizar.", explicou.
As fiscalizações, segundo o diretor órgão, Olintho Azevedo, vão se concentrar em vias de grande movimentação de veículos e serão constantes. Os técnicos do Imetropará, durante a vistoria, fizeram verificação para checar se os equipamentos de cronotacógrafo e os taxímetros estão dentro das normas estabelecidas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O Cronotacógrafo deve ser submetido aos ensaios, caso o mesmo seja aprovado, o condutor receberá um Certificado de Verificação que tem validade de 2 anos em todo território nacional. O taxímetro deve passar pela verificação anual, conforme o calendário estabelecido, o equipamento é lacrado e recebe um selo válido por 1 ano.
Os veículos que foram flagrados fora das exigências regulamentares foram notificados para efetuar as devidas correções do instrumento. Caso o cronotacógrafo não esteja regularizado, o condutor tem até dez dias para instalar o equipamento em uma empresa credenciada que realize o trabalho na cidade e ser submetido novamente aos testes de selagem e ensaio. "O condutor que não fizer o procedimento pode receber uma multa que varia de R$ 500 a R$ 100.000, dependendo do veículo", explicou Olintho.
Balanço
A fiscalização verificou 134 veículos de transportes. Destes 105 foram aprovados, pois os condutores estavam de posse do equipamento e certificado de verificação dentro do prazo de validade. Ao todo, 29 veículos estavam irregulares por não apresentar o certificado de verificação. Os condutores foram notificados e receberam um prazo de dez dias para apresentar defesa junto ao Imetropará.



