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16/03/2017 - 09:15

Começa nesta segunda-feira, 17, o cronograma de aferição de taxímetro dos veículos do sistema permissionário de táxi de Castanhal, que vai até sexta-feira, 21. A aferição será feita pelo Instituto de Metrologia do Estado do Pará (Imetropará) e tem o objetivo de garantir que o consumidor pague o preço certo pela quilometragem percorrida.

 Com o reajuste a bandeirada passou de R$ 4,78 para R$ 5,61, a "tarifa 1", que era cobrada a R$ 2,52 passou para R$ 2,96 e a "tarifa 2" que era de R$ 3,03 passou para R$ 3,56. Até o final da semana, todos os 155 taxis da frota de Castanhal devem passar pelo procedimento.

 

 Verificação – Para fazer a verificação, o taxista precisa fazer o agendamento da verificação metrológica no Portal de Serviço do Inmetro nos Estados (PSIE), onde será emitida a Guia de Recolhimento da União (GRU) para o pagamento da taxa de verificação do taxímetro.

 

De posse da guia quitada, o taxista deverá ir até a sede do Sindicato dos Taxistas Autônomos de Castanhal (Sinditaxi) na data prevista, para o teste de pista, onde o aparelho será aferido. Se o instrumento for aprovado, o condutor recebe um certificado de verificação metrológica válido até 2016 e está apto a oferecer seus serviços à população.

 

 De acordo com o diretor técnico do Imetropará, Olintho Azevedo, todos os taxistas devem fazer o agendamento e passar pela verificação metrológica dos taxímetros. “Esse procedimento é feito para avaliar se o instrumento de medição está cobrando o valor correto por corrida, em função da distância percorrida e do tempo decorrido”, destacou.

 

 O presidente do Imetropará, Jorge Rezende, alerta para a importância desse procedimento. “A verificação é obrigatória e atesta se o taxímetro está funcionando corretamente. A medida é boa tanto para os usuários, que vão pagar o valor correto da corrida, quanto para os taxistas, que terão aparelhos verificados pelo Imetropará, o que garante credibilidade ao trabalho deles”, explica o titular.

 

 Fique Atento - A aferição do taxímetro é obrigatória, e as empresas ou taxistas que deixarem de fazer o procedimento estão sujeitos a multas que variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão e podem dobrar em caso de reincidência. Quem for autuado tem o prazo de dez dias para apresentar defesa ao órgão. Os veículos inspecionados recebem um lacre amarelo, que impede o acesso à regulagem do aparelho, e o selo do Inmetro.