Nesta sexta-feira, 6, às 10 horas, o presidente do Instituto de Metrologia do Estado do Pará (Imetropará), participou da reunião promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e de Pesca (Sedap), para discutir formas de garantir o abastecimento e equilíbrio de preços do pescado durante a Semana Santa. Deste primeiro encontro participam também representantes do Dieese, da Secretaria Municipal de Economia de Belém (Secon), da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepara), da Secretaria da Fazenda (Sefa), do Ministério da Pesca e Agricultura (MPA), Delegacia do Consumidor (Decon) e Procon. Depois, as reuniões serão expandidas para ouvir representantes do setor produtivo de pesca do Pará.
Durante a Semana Santa o Imetropará vai realizar uma operação para verificar se as balanças utilizadas na pesagem dos pescados estão de acordo com a conformidade estabelecida pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). “Balanças da Pedra do Peixe e a Feira do Ver-o-peso, além de outras feiras e supermercados serão vistoriadas pelas equipes do Imetropará. Para garantir segurança ao consumidor de que o preço que ele está pagando é justo com o que está levando para casa”, explica Jorge Rezende, presidente do Imetropará.
Em paralelo também serão analisados os pescados congelados em supermercados, açougues e peixarias da capital. A atividade objetiva analisar quantitativamente os produtos, ou seja, verificar se a quantidade e o peso correspondem ao que está indicado na embalagem, exclusivamente quando fracionado em atacadistas ou em pontos de venda direta ao consumidor. Segundo o estabelecido pela Portaria Inmetro nº 153/2008, filés de pescado congelado, quando configurarem um produto pré-medido – aquilo que é embalado e medido sem a presença do consumidor – somente podem ser comercializados com os seguintes conteúdos nominais: 500g, 800g, 900g e 1 kg. Abaixo de 500g e acima de 1kg não há qualquer restrição.
Durante a reunião Hildegardo Nunes, secretário da Sepaq, destacou a importância de ações conjuntas dos órgãos estaduais e municipais. “O Objetivo é comum, desenvolver estratégias para garantir o abastecimento do pescado no Pará durante a Semana Santa e manter os preços estabilizados para os consumidores e a sua proteção. Bem como, o beneficiamento do setor produtivo”, frizou.
Entre as alternativas apresentadas pela Sedaq estão as feiras do pescado e do peixe vivo, que deverão ser ampliadas nos meses que antecedem o período. “Cerca que 300 mil quilos de pescado serão comercializados esse ano na Feira do Pescado, dessa forma o consumidor terá acesso ao pescado com um custo mais baixo”, explicou o diretor da Sepaq, Ediano Santos.
Pontos beneficiados com a Feira do Pescado 2015: Centur (Batista Campos), UEPA (Marco), Santuário de Fátima (Fátima), Aldeia Cabana (Pedreira), Entroncamento (Castanheira), Abacatão (Ananindeua), Brasília (Outeiro), Paróquia de São Domingos Gusmão (Terra Firme), UFPA (Guamá), Praça Matriz (Ananindeua), Emater (Marituba) e Ceasa (Curió Utinga).



