Sobre acessibilidade

Abas primárias

16/03/2017 - 11:00

A partir de quinta-feira, dia 30 de junho, as lâmpadas incandescentes devem sair de circulação no país. Durante as fiscalizações diárias o Instituto de Metrologia do Estado do Pará (Imetropará) estará em busca de estabelecimentos que ainda tenham à disposição lâmpadas incandescente com potência de 41watts (W) até 60 W.

 

A restrição foi estacida pela Portaria Insterministerial 1.007/2010, com o objetivo de minimizar o desperdício no consumo de energia elétrica. Uma lâmpada fluorescente compacta economiza 75% em comparação a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente. Se a opção for por uma lâmpada de LED, essa economia sobe para 85%.

 

O objetivo é que se incentive o uso de alternativas mais sustentáveis, como as lâmpadas fluorescentes compactas e as de LED. “A proibição da venda das lâmpadas incandescentes no país ajuda a estimular a adoção de opções mais econômicas e duráveis, como o LED. O que resulta na diminuição da conta de energia” Ressalta o presidente do Imetropará, Jorge Rezende.

 

A troca das lâmpadas incandescentes no Brasil começou em 2012, com a proibição da venda de lâmpadas com mais de 150W. Em 2013, houve a eliminação das lâmpadas de potência entre 60W e 100W. Em 2014, foi a vez das lâmpadas de 40W a 60W. Este ano, começou a ser proibida também a produção e importação de lâmpadas incandescentes de 25 W a 40 W, cuja fiscalização ocorrerá em 2017.

 

Estabelecimentos, importadores e fabricantes que não atenderem à legislação estarão sujeitos às penalidades previstas em lei e poderão ser multado entre R$ 100 e R$ 1,5 milhão.